sábado, 6 de março de 2021

Bairro no Distrito Federal terá lixeiras subterrâneas

 


A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) vai instalar lixeiras subterrâneas no Setor Habitacional Noroeste. Serão instalados 40 coletores para receber resíduos orgânicos e secos.

As lixeiras subterrâneas possuem diversos benefícios para a população e o meio ambiente. A não exposição do lixo evita a proliferação de pragas e vetores, o acesso de animais de rua aos resíduos e a poluição visual, além de reduzir o mau cheiro. Outra vantagem é a diminuição da frequência de coleta, pois os contêineres possuem volume maior que os depósitos de lixo utilizados atualmente.

O equipamento

De forma simples, o recipiente funciona como uma grande lixeira instalada abaixo do nível do chão. Para tanto, será feita a escavação de cavas, que possibilitarão implantar os coletores. Cada contêiner terá a capacidade de armazenamento de 3 mil litros de resíduos.

Nos locais onde os equipamentos estão sendo instalados haverá vários conjuntos de tubos de inox. As tampas serão de fácil manuseio para o depósito do material que, posteriormente, será recolhido pela equipe de coleta do Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Os espaços receberão coletores para lixo seco, que pode ser reaproveitado, e outros destinados ao lixo úmido ou orgânico.

Fonte: Terracap e Agência Brasília.

domingo, 17 de janeiro de 2021

Ele não vai ao mercado há 9 meses e ensina a fazer horta em casa

 


Dá sim pra produzir alimentos no quintal de casa, fazer uma horta urbana. O italiano Alessandro Vitale é prova disso. Ele não vai ao mercado há 9 meses e está ensinando as pessoas a fazerem o mesmo.

Inspirado no avô, Alessandro transformou um pequeno espaço nos fundos de casa em horta e parou de comprar verduras e legumes no mercado.

Agora, ele está compartilhando dicas e receitas para quem quiser fazer o mesmo.

O italiano vive em Londres há 6 anos. Ele tem 29 anos, é tatuador e sempre gostou de plantar.

Quando não tinha quintal, ele mantinha uma pimenteira e hortelã em vasos na janela do apartamento.

Como



Mas no ano passado, quando chegou a pandemia ele transformou parte da área de 8 x 5 metros do quintal em uma horta caseira.

Com garrafas de água descartadas, Alessandro criou um jardim vertical para plantar ervas e temperos, instalou canteiros e construiu uma pequena estufa.

Na primeira colheita ele conseguiu 30 tipos diferentes de vegetais, incluindo cenouras, alho, brócolis, repolho, couve-flor, erva-doce e alho-poro.

O tatuador colheu 35kg de tomates e 10kg de pimentas, paixão antiga de Alessandro.

Horta orgânica



A horta caseira é 100% orgânica e ele usa um pesticida natural bem comum: folhas de urtiga, que colhe em um parque próximo.

Para fazer fertilizantes Alessandro usa babosa, também colhida no parque.

Alessandro conta que aprendeu quando era criança, com o avô, que também era apaixonado por jardinagem e por pimentas.

“Me lembro ir com meu avô cuidar da horta. Meu avô importava sementes de várias partes do mundo para plantar pimentas e quando era época de colheita, os olhos se enchiam de lágrimas com o cheiro forte”, lembra.

Ele ensinou os segredos das plantas e a avó italiana ensinou as receitas das comidas que o tatuador faz com as plantas que colhe em casa.

Ele conta que reserva algumas horas do dia para cuidar da horta e cozinhar e isso virou um hobby.

Alessandro também tem um canal no YouTube, o SpicyMoustache. Lá ele ensina e estimula as pessoas a criarem suas hortas domésticas, mesmo que não tenham um quintal em casa.

Fonte: GNN

domingo, 3 de janeiro de 2021

Brasil registra mais de 200 mil focos de queimadas em 2020; número é o maior na década

 


O número de focos de queimadas no Brasil em 2020 subiu 12,73% na comparação com 2019, segundo dados do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). No total, o país registrou 222.798 focos em 2020, ante 197.632 no ano anterior. Isso representa o maior número de focos em uma década.

O pior aumento foi visto no Pantanal, que registrou 22.116 queimadas em 2020 — mais do que o dobro dos 10.025 registros em 2019. Foi o maior número de focos no bioma desde 1998, ano do início da série histórica.

No ano passado, imagens devastadoras dos incêndios e de animais mortos ou feridos pelo fogo correram o Brasil e o mundo. Estima-se que ao menos 23% do Pantanal foi destruído.


Houve alta também na Amazônia: foram 103.161 focos de queimadas, contra 89.171 registradas em 2019. Isso representa um aumento de 15,68%, e é o maior número observado pelo Inpe desde 2017.



Fonte: G1

domingo, 20 de dezembro de 2020

Mutação do coronavírus está fora de controle, diz ministro britânico


Após dizer em entrevista à BBC que a nova variante do coronavírus está fora de controle no Reino Unido, o ministro da Saúde Matt Hancock disse que as novas restrições impostas no sábado (19) a milhões de pessoas na Inglaterra podem ficar em vigor por vários meses.

Sob críticas por impor um bloqueio efetivo a mais de 16 milhões de pessoas poucos dias antes do Natal, Hancock disse que a decisão de sábado foi tomada rapidamente depois que novas evidências mostraram que a nova mutação era responsável pelo aumento dos casos de covid-19. O novo confinamento pode ficar em vigor até que as vacinas sejam disponibilizadas em todo o Reino Unido, disse o ministro neste domingo (20).

O primeiro-ministro Boris Johnson descartou os planos de flexibilizar restrições durante o período de festas de fim de ano, impondo novos limites de nível 4, o mais rígido.

Hancock sugeriu que as medidas mais duras – que exigem que cerca de um terço da população da Inglaterra permaneça em casa, exceto por razões essenciais, como o trabalho – podem permanecer em vigor até que as vacinas se tornem mais amplamente disponíveis.

“Temos um longo caminho a percorrer para resolver isso”, disse Hancock em entrevista à Sky News.


Sky News

segunda-feira, 6 de julho de 2020

Novo vírus da gripe com 'potencial pandêmico' é encontrado na China


Uma nova cepa do vírus da gripe com potencial de causar uma pandemia foi identificada na China, segundo um novo estudo.
Essa linhagem surgiu recentemente e tem os porcos como hospedeiros, mas pode infectar seres humanos, dizem os autores da pesquisa.
Os cientistas estão preocupados com o fato de que ela poderia sofrer uma mutação ainda maior e se espalhar facilmente de pessoa para pessoa e desencadear assim um surto global.
Eles dizem que a cepa tem "todas as características" de ser altamente adaptável para infectar seres humanos e precisa ser monitorada de perto.
Como se trata de uma nova linhagem do vírus influenza, que causa a gripe, as pessoas podem ter pouca ou nenhuma imunidade a ela.

Ameaça pandêmica

Uma nova cepa do influenza está entre as principais ameaças que os especialistas estão monitorando, mesmo enquanto o mundo ainda tenta acabar com a atual pandemia do novo coronavírus.

A última gripe pandêmica que o mundo enfrentou, o surto de gripe suína de 2009 que começou no México, foi menos mortal do que se temia inicialmente, principalmente porque muitas pessoas mais velhas tinham alguma imunidade a ela, provavelmente por causa de sua semelhança com outros vírus da gripe que circulavam anos antes.
O vírus da gripe suína, chamado A/H1N1pdm09, agora é combatido pela vacina contra a gripe que é aplicada anualmente para garantir que as pessoas estejam protegidas.
A nova cepa de gripe identificada na China é semelhante à da gripe suína de 2009, mas com algumas mudanças.
Até o momento, não representou uma grande ameaça, mas o professor Kin-Chow Chang e colegas que o estudam dizem que devemos ficar de olho nele.

Qual é o perigo?

O vírus, que os pesquisadores chamam de G4 EA H1N1, pode crescer e se multiplicar nas células que revestem as vias aéreas humanas.

Eles descobriram evidências de infecção recente em pessoas que trabalhavam em matadouros e na indústria suína na China.
As vacinas contra a gripe atuais não parecem proteger contra isso, embora possam ser adaptadas para isso, se necessário.
Kin-Chow Chang, que trabalha na Universidade de Nottingham, no Reino Unido, disse à BBC: "No momento estamos distraídos com o coronavírus e com razão. Mas não devemos perder de vista novos vírus potencialmente perigosos".
Embora esse novo vírus não seja um problema imediato, ele diz: "Não devemos ignorá-lo".
Os cientistas escrevem na revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências britânica, que medidas para controlar o vírus em porcos e monitorar de perto as populações trabalhadoras devem ser rapidamente implementadas.
O professor James Wood, chefe do Departamento de Medicina Veterinária da Universidade de Cambridge, disse que o trabalho "vem como um lembrete salutar" de que estamos constantemente sob o risco do surgimento de patógenos e que animais de criação, com os quais os seres humanos têm maior contato do que com a vida selvagem, podem ser uma fonte de vírus pandêmicos.
Fonte: BBC

domingo, 5 de julho de 2020

Ciclone bomba: como choque de massas formou fenômeno que devasta Sul do país


Nos últimos dois dias, moradores da região Sul do Brasil, principalmente de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, contabilizam prejuízos após a passagem de um ciclone extratropical pela região, o "ciclone bomba", como foi batizado. Apreensiva, a população ainda se preocupa com os efeitos que o fenômeno, que já chegou ao oceano, ainda pode causar nos próximos dias.
A previsão é de que ele ainda provoque ventos fortes desde o sul do Rio Grande do Sul até o Rio de Janeiro, além de queda na temperatura até o fim de semana.
Meteorologistas ouvidos pela BBC News Brasil disseram que é comum que ciclones como esse atinjam o Brasil, principalmente durante a primavera e o outono. Mas por que este foi tão forte e causou tantos estragos?

O meteorologista, Francisco de Assis, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), afirmou que a força do fenômeno foi determinada pelo grande contraste entre as temperaturas que formaram o ciclone.
"Ele se formou a partir de uma massa de ar quente que estava perto do Mato Grosso do Sul e Paraguai com outra de ar frio vinda do norte da Argentina, na região que chamamos de ciclogenética. Foi registrada uma queda de pressão muito forte do ar quente e isso deu mais força para a atuação da alta pressão da massa de ar frio", afirmou Assis.
Ele disse, porém, que os efeitos do fenômeno serão mais leves nos próximos dias, mas ainda causarão instabilidade climática. As áreas litorâneas, principalmente em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, ainda terão ventos fortes e mar agitado.
"As temperaturas vão cair bastante. Há a possibilidade de neve nas serras gaúchas. Isso ocorre porque a instabilidade na atmosfera causa a formação de nuvens e chuva intensa no início do ciclo. Quando ele se estabiliza a temperatura cai bastante e a chuva diminui", afirmou o especialista no Inmet.

Os meteorologistas disseram que é comum que tornados menores se formem durante a passagem de ciclones como esse.

Furacão Catarina

O meteorologista explica que o furacão Catarina, que atingiu mais de 30 mil casas, matou 11 pessoas e feriu outras centenas no Sul em 2004, também era um ciclone extratropical.
Ele conta que, na época, o sistema passou pelo Rio Grande do Sul, Uruguai e chegou ao oceano Atlântico, assim como o "ciclone bomba". A diferença é que o Catarina encontrou mais ar quente no mar, onde ganhou energia e voltou para o continente.
"Isso causou ventos muito fortes na costa de Santa Catarina. Mas depois que ele volta para o continente, perde a energia da água do mar que o alimentava e morre. Mas se houver correntes sempre o alimentando, ele pode ir até a África", afirmou.
Ele disse que esse fenômeno não causa turbulências em aviões, por exemplo, pois só chega a 5 mil metros de altitude. Um avião costuma trafegar a mais de 10 mil metros durante as viagens. Já um furacão pode atingir alturas de até 15 mil metros — ou 15 km.

Ar quente e frio

Os especialistas ouvidos pela BBC disseram que a formação desses ciclones intertropicais ocorre por conta do encontro de duas massas: uma de ar quente e outra de ar frio. A força desse sistema depende basicamente do contraste entre elas.
"Esse (ciclone bomba) teve uma queda de pressão mais intensa e, além da diferença de temperatura, o gradiente de pressão era muito alto. Existe um ar frio vindo por cima, mais pesado e seco, contra um ar quente de baixo, leve e úmido. O frio cai enquanto o quente quer subir, o que força um movimento no sentido horário que vai aumentando de intensidade conforme as massas se juntam", afirmou o especialista do Inmet.

Ele disse ser provável que um fenômeno como esse se repita ainda neste mês. Mas isso não significa que terá a mesma intensidade. Ele contou que, em junho, já havia ocorrido um, e em maio, outro mais forte. A diferença é que não havia um contraste de temperatura e pressão tão grande — e por isso não causaram tantos estragos.
"Normalmente eles (ciclones) causam ventos entre 60 e 70 km/h. Dessa vez foi quase o dobro. É possível inclusive que tenha formado tornados (mais de 120 km/h) entre o Paraná e São Paulo. Não sabemos por que eles ocorrem dentro das tempestades e fica difícil visualizar", afirmou Francisco de Assis.
O meteorologista do Centro de Gerenciamento de Emergências da Prefeitura de São Paulo (CGE) Michael Pantera disse que os ventos frios em altitude, chamados de correntes de jato, também foram um fator determinante na potência do ciclone.
"É um vento localizado quase perto da estratosfera. A baixa pressão em superfície puxa o ar do lado e sobe no meio porque é leve. Se eu tenho uma força tirando o ar de cima, como uma seringa, isso intensifica a subida do vento e a força do ciclone", afirmou Pantera.
Ele disse que esse fenômeno costuma ocorrer na região Sul do país, em latitudes menores que 20º. São Paulo está a 23º, por exemplo. Mas disse que, ainda assim, o Estado é suscetível a esse tipo de sistema.
Ele lembra que, em junho de 2015, diversas cidades do interior paulista, como Jarinu, São Roque e Campinas, registraram tornados.
"Isso não ocorre nas outras regiões do país porque na linha do Equador é mais quente e não tem tanto esse choque de uma massa muito fria com outra muito quente", disse Pantera.
O meteorologista do Centro de Gerenciamento do CGE Michael Pantera disse que a passagem do ciclone provocou uma frente fria em São Paulo que deve derrubar as temperaturas pelo menos até o fim de semana.
"Ele causou uma forte chuva em São Paulo e a tendência é esfriar. A previsão é de que São Paulo registre uma mínima de 8ºC. Mesmo com sol ao longo do dia, a temperatura não passa de 18º C na quinta e sexta-feira", afirmou Pantera.
BBC BRASIL

sábado, 4 de julho de 2020

10 atitudes para o consumo consciente de energia elétrica


Para produzir a energia elétrica que consumimos dentro de casa, são usados recursos naturais. Mesmo a eletricidade proveniente de usinas hidroelétricas, fonte renovável responsável por grande parte da energia produzida no Brasil, gera impactos ambientais negativos.
Ao usar este recurso de forma consciente, você está contribuindo para o planeta e para o seu bolso. Afinal, no final de cada mês, a conta chega – e valorizar nosso dinheiro também é uma atitude sustentável.
Separamos algumas dicas que podem te ajudar a poupar energia elétrica. Com as medidas de isolamento social e com a chegada do frio, a tendência é que este consumo aumente. Mas, podemos fazer a nossa parte!

Iluminação

Aproveite ao máximo a luz natural do dia e lembre-se de sempre apagar as lâmpadas que não estiver utilizando. Se possível, substitua as lâmpadas incandescente e fluorescentes compactas antigas por lâmpadas de LED, que duram mais e gastam menos energia.

Chuveiro

Com a chegada das baixas temperaturas, geralmente os banhos se tornam mais longos e mais quentes, gastando mais água e energia. Para evitar este tipo de situação, programe o banho da família para o período mais quente do dia, e, se possível, use o chuveiro na posição “verão”, já que a economia do equipamento nesta configuração pode chegar a 30%.
Vale lembrar que o tempo ideal para um banho sem desperdício é de 5 a 8 minutos. Além disso, não é indicado reaproveitar uma resistência queimada, pois pode acarretar elevação no consumo elétrico, além de risco à segurança.

Geladeira

Este equipamento corresponde, em média, a 30% do consumo total de uma residência. Mesmo estando em casa, procure não abrir a geladeira com frequência. Antes de puxar a porta, pense no que precisa retirar, ou seja, diminua o tempo que a porta ficará aberta. Aproveite a chegada do frio para verificar se o termostato da geladeira está na temperatura adequada.

Máquina de lavar e ferro de passar roupa

Junte o máximo de roupas, otimizando o uso da máquina de lavar em sua capacidade máxima. O mesmo vale para o ferro de passar roupas. O ideal é utilizar uma ou duas vezes por semana estes equipamentos.

Aquecedor e Ar condicionado

Use apenas quando for realmente necessário e somente em ambientes fechados, com janelas e portas bem vedadas. Mantenha sempre limpo o filtro de passagem do ar para que não haja necessidade de esforço extra do aparelho, o que consome mais energia.

Eletrônicos

Ao terminar o trabalho no computador, desligue o equipamento eletrônico, inclusive tirando-o da tomada, pois a função stand by também consome energia. Para evitar o desperdício, programe a proteção de descanso de tela quando o equipamento não estiver em uso. Quanto à televisão, não durma com o aparelho ligado e, se for o caso, coloque a programação sleep.

Celular

Quando o aparelho não estiver em carregamento, retire-o da tomada. Faça o mesmo com o carregador. A energia gasta é pequena, porém ganha outra dimensão quando se soma ao gasto de energia de todos os demais aparelhos. Por questão de segurança, não utilize o celular enquanto o aparelho é carregado na tomada.

Benjamim

Evite ligar mais de um equipamento na mesma tomada, usando benjamins ou “T”, pois tal procedimento, além do aumento do consumo, aumenta a chance de curto-circuito. Em caso de necessidade, utilize o filtro de linha com fusível, evitando aquecimento da fiação e desperdício de energia.

Compra certa

Ao comprar um novo equipamento, verifique sua classificação no selo Procel, que indica o grau de eficiência energética e economia do produto. Nesse selo, é possível conferir a eficiência de diversos aparelhos em uma escala que vai de E — menos eficiente — até A — mais eficiente.

Cuidado com as instalações

As instalações elétricas internas das residências devem sempre estar em bom estado e com as cargas energéticas instaladas de forma equilibrada, evitando possíveis fugas de corrente e acréscimo de consumo.
Fonte: Ciclo Vivo