sexta-feira, 5 de abril de 2013

Máximo de gelo no Ártico é o quinto menor já registrado pela Nasa


Uma análise feita pela Nasa com o uso de imagens de satélite mostrou que a área máxima ocupada pelo gelo no Ártico durante o último inverno foi a quinta menor já registrada – as medições começaram a ser feitas há 35 anos.

Durante o inverno, o oceano situado nas redondezas do polo Norte se congela e o gelo ocupa vastas áreas da região. No entanto, os 15,09 milhões de quilômetros quadrados de gelo registrados em 28 de fevereiro ficaram abaixo do normal e, de acordo com os cientistas, esta é uma tendência.

A marca está 374 mil quilômetros quadrados abaixo da média de máximas – área equivalente aos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina juntos. Nove entre as dez menores marcas máximas aconteceram ao longo da última década.

O menor volume do gelo no Ártico seria uma consequência do aquecimento dos mares. No verão, quando o gelo atinge seu mínimo, a marca registrada no Ártico em 2012 foi a menor da história. O máximo de gelo geralmente é registrado entre fevereiro e março, enquanto o mínimo é em setembro.

O relativamente baixo volume de gelo registrado durante o inverno não indica necessariamente que o verão também vá ter um derretimento maior que o normal. No entanto, há modelos científicos que mostram que o Ártico pode ter verões sem gelo ainda neste século.

O derretimento do gelo polar é um dos efeitos mais temidos da mudança climática, pois aumentaria o volume dos oceanos e colocaria em risco as populações que vivem em regiões litorâneas.

G1 Natureza

Preços de hortaliças e legumes acumulam maior alta dos últimos 14 anos


Problemas que prejudicaram a produção agrícola brasileira nos últimos meses estão aparecendo nas prateleiras de supermercado e nas feiras. Os preços de hortaliças e legumes acumulam a maior alta dos últimos 14 anos.

Nas plaquinhas das barracas da feira, os números assustam.

“Eu estou horrorizada, menina”, se assusta uma aposentada.

Nos primeiros três meses de 2013, a batata subiu 46%. A cebola, 69%. A cenoura, 72%.

“Ah, cenoura era uma coisa barata, R$ 1 e pouco. Agora está R$ 3 o quilo, muito caro”, diz uma dona de casa.

Mas o consumidor não se conforma mesmo com o preço do tomate. Aumentou 70% de janeiro a março.
“Olha só, quatro tomates foi R$ 8. Muito caro”, aponta uma professora.

“Eu vou comprar aquele molho de tomate pronto, eu estou achando que está mais barato”, conta outra aposentada.

O freguês reclama, e o feirante tem que negociar.

“O cliente chega aqui, desabafa na gente. E a gente, chega daqui, aperta daqui, aperta de lá, mas ele sai satisfeito”, explica o feirante Domingos da Fonseca.

Hortaliças e legumes são os alimentos que mais subiram. Nos últimos 12 meses, acumulam alta de 80%. A maior para o período desde 1999.

“O clima não contribuiu pra uma oferta regular desses alimentos e também tiveram alguns aumentos de custos. Nós vimos aí aumento recente do diesel, isso tudo também encarece o escoamento dessa produção para os grandes centros urbanos”, esclarece o economista da FGV, André Braz.

Tão caro que dá para fazer uma comparação que antes parecia absurda. Com o que se gasta pra comprar um quilo de tomates, no açougue, em um dia de promoção, dá para levar para casa um quilo de carne de segunda.

“No seu bolso dói muito mais você comprar o tomate do que um quilo de carne”, diz um motorista.

Já tem até protesto nas redes sociais: uma cantina de São Paulo cortou o tomate do cardápio e fez um apelo para que os fregueses escolham pratos com outros ingredientes. Quem diria que o tomate viraria um luxo.
“Eu acho que é ouro, deve de ter dentro dele um ourinho, né!?”, brinca uma dona de casa.

G1

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Pesquisadores identificam regiões do genoma ligadas ao câncer de ovário


Pesquisadores reunidos em consórcio internacional acabam de publicar resultados, identificando e caracterizando novas regiões do genoma humano associadas ao risco do câncer de ovário. O estudo teve a participação do professor Houtan Noushmehr, do Departamento de Genética da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP. As regiões identificadas apresentam alterações em um único par de base e, segundo os pesquisadores, estão em partes do DNA não codificantes, ou seja, não estão nos 3% do genoma que produzem proteínas, entretanto, são importantes na regulação da produção dessas proteínas.

O que os pesquisadores fizeram foi encontrar a associação dessas regiões que controlam a produção de proteína com o câncer de ovário. Mais pesquisas serão necessárias para determinar a verdadeira função biológica dessa região do DNA, mas o trabalho contribui para o estabelecimento de bases para a medicina genômica pessoal, segundo o professor  Noushmehr. Ele é co-autor em 2 dos 13 artigos publicados em 27 de março nas revistas Human Molecular Genetics, American JournalofHumanGenetics, PLoSGenetics, NatureGenetics e Nature Communications.

Noushmehr foi responsável por parte da análise de dados. Em trabalho anterior, o professor havia utilizado uma ferramenta de bioinformática, o FunciSNP, para integrar dados coletados em pesquisas sobre genoma e epigenoma de doenças como o câncer com o Genome-WideAssociation Studies (GWAS). Essa ferramenta foi desenvolvida pelo próprio professor Noushmehr quando fez seu pós-doutorado na Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos. “Meu laboratório na FMRP está interessado em decifrar as regiões reguladoras do genoma que podem conferir riscos a doenças complexas como o câncer de ovário, por exemplo”, ressalta.

Os resultados publicados agora são frutos do trabalho de um grupo com mais de 100 pesquisadores reunidos em consórcio de colaboração internacional dos Estados Unidos e Reino Unido, o Collaborative oncological gene-environment study (CPV), do qual Noushmehr faz parte. Também utilizaram grande quantidade de dados gerados por outros grandes consórcios de pesquisadores, como The CancerGenome Atlas (TCGA), ENCOD e “GWAS”.

Análise de dados

O chefe do Departamento de Genética da FMRP, o professor Wilson de Araujo da Silva Junior, destaca a importância da formação de Noushmehr para a análise desses dados. Biólogo com mestrado em biologia molecular e em bioinformática e doutorado na área de genética, “ele é o que chamamos de bioinformata completo; entende tanto a parte biológica como a parte computacional do estudo”. Noushmehr domina a visualização do problema biológico e também o conhecimento para desenvolver uma ferramenta capaz de decifrar esse problema.

Ainda, segundo o professor Silva Junior, essa ferramenta de bioinformática consegue simplificar uma análise, o que normalmente outros profissionais, trabalhando de forma isolada, levam mais tempo ou realizam com menos eficiência. “Nesse caso, foi analisada uma quantidade muito grande de informação do genoma, tanto de pessoas saudáveis quanto de pacientes com câncer de ovário”.

Os resultados mostraram que determinadas regiões conferem mais riscos para o câncer de ovário. Essa revelação, garante Silva Junior, abre caminho para orientar o médico na conduta a ser tomada para o tratamento das pessoas acometidas por esse tipo de câncer. E melhor, a terapia pode ser personalizada, pois terão à disposição informações quanto à agressividade do tumor.

Eco Debate

A sociedade de consumo e o descarte de resíduos, artigo de Marcos Mol


Um grave problema ambiental decorrente dos hábitos da sociedade contemporânea é o consumismo desenfreado e a geração de resíduos decorrente dele. A pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Flávia Passos Soares, apresentou uma discussão riquíssima em sua tese de doutorado que versa sobre a descartabilidade do humano e a dinâmica do consumismo na globalização. Segundo a autora, a descartabilidade surge na sociedade através da relação histórica que se estabeleceu entre prazer e consumo privado, e ainda, por meio da expansão ilimitada da produção de bens em relações de mercado. Dessa forma, o consumo conseguiu se estender a todos os registros da história, comunicação e cultura e adquiriu um status de prioridade perante os demais valores, pois são aceitos quaisquer meios para acessar o estilo de vida invejado socialmente, que depende do consumo constante de inúmeros produtos e serviços cada vez mais atraentes.
 
A sociedade de consumo é construída desde a base, por meio de investimentos nas gerações por vir. O filósofo e pesquisador Noam Chomsky aponta “o poder da indústria de propaganda, ao destacar que nos EUA, um em cada seis dólares é gasto em marketing, e que o bombardeio diário de publicidade e propaganda pela televisão atua no homem moderno desde a infância. Com isso, as crianças são educadas nos ideais da cultura de consumo, e irão se transformar em indivíduos passivos, isolados e com pouca oportunidade de escolha”.

Com a função de induzir ainda mais ao consumo, o mercado passa então a elaborar produtos adequados a essa população consumista. Segundo Flávia Soares, “o ritmo acelerado de descarte ditado pelo mercado imprime uma obsolescência programada aos artigos à venda. A não durabilidade pela falta de qualidade dos materiais garante o retorno dos consumidores em busca de outros produtos, novos, que certamente serão mais modernos em algum detalhe. Em geral, não se busca consertar nada. É mais fácil jogar fora e comprar novo. Além dessa descartabilidade a curto prazo, existe também aquela imediata, derivada de produtos fabricados para serem usados uma única vez, como copos de plástico, garrafas ‘PET’ etc., que geram um grave problema ambiental“. 

Essa mentalidade de consumo sem preocupações com os descartáveis é impregnada na sociedade de consumo, que perde completamente as rédeas quanto aos limites de descartabilidade. Naturalmente, é muito mais simples consumir o produto desejado e descartar as sobras ao final. O grande impasse existente é como compatibilizar a geração desses resíduos com a capacidade de armazenamento e de suporte do ambiente.

Em uma sociedade que sempre disponibiliza um novo produto como a melhor alternativa face à substituição ou reparação de um produto existente, viabilizando, portanto, o descarte, a lógica de reaproveitamento dos resíduos passa a ser uma prática adotada apenas em épocas de crise econômica ou em momentos especiais. A alternativa de usufruir deste recurso como fonte de renda sobra, então, para a classe mais excluída e sem alternativas de sobrevivência. Desta forma, passa a existir uma classe de trabalhadores que tem como matéria-prima a parcela reciclável dos resíduos sólidos urbanos, mesmo estes estando dispostos em lixões.

Vários problemas estão relacionados com a geração de resíduos sólidos urbanos, e o aumento desenfreado da produção destes resíduos tende a uma situação insustentável no que diz respeito à sua gestão. O aumento da população observado nas últimas décadas remete à ampliação direta da geração de resíduos, justamente devido às necessidades de cada pessoa. Essa situação se torna ainda mais complexa na sociedade da descartabilidade, que não assume responsabilidades sobre a geração e destinação dos restos.

Ainda há muito que se discutir sobre esta questão, principalmente no que se refere às mudanças de hábito da sociedade frente ao equilíbrio ambiental do planeta.


Marcos Paulo Gomes Mol, Eng. Ambiental, Coordenador do Serviço de Gestão Ambiental da Fundação Ezequiel Dias – Funed, Doutorando em Saneamento e Meio Ambiente pela UFMG

O VENENO ESTÁ EM NOSSA MESA


Os agrotóxicos são responsáveis por graves danos ambientais e à saúde humana:

Os agrotóxicos são responsáveis pela contaminação dos recursos hídricos, do solo, do ar, da biodiversidade e dos seres humanos.

No Brasil, são comercializados mais de 400 tipos de agrotóxicos, muitos deles proibidos em vários países, tais como o Metamidofós. Ele é o princípio ativo usado em lavouras de soja, batata, feijão, tomate, trigo e algodão, e afeta o sistema nervoso central, ocasiona danos à memória, perda de movimentos, principalmente em crianças, deficiências no sistema imunológico, desregulação hormonal comprometendo o sistema reprodutor e causando complicações no feto.

Segundo estudo realizado pela Universidade Federal do Mato Grosso, no inicio deste ano, em Lucas do Rio Verde – MT, através da análise de 62 amostras de leite materno, foi detectado que todas elas continham o DDE, um metabólico do DDT, agrotóxico que foi proibido no Brasil há mais de dez anos. O DDT não é expelido pelo corpo humano, ficando armazenado na parede de gordura, podendo causar câncer, aborto, má formação de feto, desregulação hormonal, além de doenças crônicas como enxaquecas. A exposição de um morador dessa região, que é uma das maiores produtoras de grãos do país, a agrotóxicos durante um ano é de aproximadamente 136 litros, quase 45 vezes maior que a média nacional, que é de 5,2 litros.

Segundo a Anvisa, das mais de 3000 amostras coletadas regularmente em 26 estados, 29% tem apresentado resultados insatisfatórios, ou seja, estão acima dos limites de agrotóxicos permitidos, como por exemplo a beterraba com 32%, o tomate 33%, o mamão 39%, o abacaxi 44%, o morango 51%, o pepino 55% e o pimentão 80%.

Esta situação é tão gritante que, em abril de 2010, o diretor da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), José Agenor Álvares da Silva, deu um entrevista ao jornal Le Monde Diplomatique afirmando que os alimentos no Brasil estão contaminados por agrotóxicos.

Segundo os representantes do chamado agronegócio no Brasil, a única maneira de produzir alimentos suficientes seria mediante o amplo uso de agrotóxicos. A direitista senadora Katia Abreu, presidente da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) chegou a afirmar que para produzir alimentos orgânicos, seria necessário, no mínimo, quatro vezes o tamanho do Brasil, e tem comandado a interposição de várias ações judiciais contra a ANVISA, que, desde 2008, tenta proibir a venda e uso de 14 agrotóxicos.

Em verdade, o uso de agrotóxicos aumentou 140% nos últimos 10 anos, enquanto que a produção de grãos aumentou apenas 75%. Nas contas da direita também não entram os enormes danos ao meio ambiente e à saúde dos trabalhadores, como o aumento exponencial dos gastos para o tratamento de doenças toxicológicas e do câncer.

Segundo o professor e pesquisador Marcelo Firpo de Souza Porto, do centro de estudo da saúde do trabalhador da Fiocruz, que fez um estudo sobre o uso de agrotóxicos no estado do Paraná, 150 milhões de dólares são gastos com intoxicações agudas e 53% dos trabalhadores da plantação de abacaxi estavam contaminados nas suas funções hepáticas.

A alternativa ao modelo de produção do chamado agronegócio é a expropriação das multinacionais imperialistas, a nacionalização do capital financeiro e a realização da reforma agrária sobre o controle dos trabalhadores, a derrubada do capitalismo e a implantação do socialismo.

Acorda Brasil

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Falta de água potável mata 1 criança a cada 15 segundos, diz Unicef


A cada 15 segundos, uma criança morre de doenças relacionadas à falta de água potável, de saneamento e de condições de higiene no mundo, segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Todos os anos, 3,5 milhões de pessoas morrem no mundo por problemas relacionados ao fornecimento inadequado da água, à falta de saneamento e à ausência de políticas de higiene, segundo representantes de outros 28 organismos das Nações Unidas, que integram a ONU-Água.

No Relatório sobre o Desenvolvimento dos Recursos Hídricos, documento que a ONU-Água divulga a cada três anos, os pesquisadores destacam que quase 10% das doenças registradas ao redor do mundo poderiam ser evitadas se os governos investissem mais em acesso à água, medidas de higiene e saneamento básico.

As doenças diarreicas poderiam ser praticamente eliminadas se houvesse esse esforço, principalmente nos países em desenvolvimento, segundo o levantamento. Esse tipo de doença, geralmente relacionada à ingestão de água contaminada, mata 1,5 milhão de pessoas anualmente.

 
No Brasil, dados divulgados pelo Ministério das Cidades e pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento Básico, mostram que, até 2010, 81% da população tinham acesso à água tratada e apenas 46% dos brasileiros contavam com coleta de esgotos. Do total de esgoto gerado no país, apenas 38% recebiam tratamento no período.

Há poucos dias, a organização da sociedade civil Trata Brasil divulgou levantamento que confirma a relação entre a falta de saneamento e acesso à agua potável e os problemas de saúde que afetam principalmente as crianças. O Ranking do Saneamento levantou a situação desse serviço  nas 100 maiores cidades do país, considerando a parcela da população atendida com água tratada e coleta de esgotos, as perdas de água, investimentos, avanços na cobertura e o que é feito com o esgoto gerado pelos 77 milhões de brasileiros dessas localidades (40% da população brasileira).

O levantamento mostrou que a política em "grande parte das maiores cidades do país avança, mesmo lentamente, nos serviços de saneamento básico, sobretudo no acesso à água potável, à coleta, ao tratamento dos esgotos e à redução das perdas de água". Os pesquisadores destacaram, porém,  que existe um número expressivo de municípios de grande porte que não avançaram nesses investimentos.

De acordo com os pesquisadores, do volume de esgoto gerado nas 100 cidades, somente 36,28% são tratados, ou seja, apenas nas cidades analisadas, quase 8 bilhões de litros de esgoto são lançados todos os dias nas águas sem nenhum tratamento. "Isso equivale a jogar 3.200 piscinas olímpicas de esgoto por dia na natureza".

Os órgãos das Nações Unidas apontam que, no mundo, o despejo de 90% das águas residuais em países em desenvolvimento – em banhos, cozinha ou limpeza doméstica – vão para rios, lagos e zonas costeiras e representam ameaça real à saúde e segurança alimentar no mundo.

Pelo ranking da Trata Brasil, o índice médio em população atendida com coleta de esgoto nas 100 cidades pesquisadas pela organização foi 59,1%. A média do país, registrada em 2010, era 46,2%. A boa notícia é que 34 cidades apresentaram índice de coleta de esgoto superior a 80% da população e apenas cinco municípios (Belo Horizonte, Santos, Jundiaí, Piracicaba e Franca) tinham 100% da coleta de esgoto em funcionamento.

Trinta e dois municípios se encontram na faixa de sem coleta a 40% de coleta e 34 cidades têm entre 41% e 80% da cobertura de coleta de esgoto. "Ou seja, na maioria dos municípios analisados ainda está distante a universalização dos serviços de coleta de esgoto", destaca o estudo.

A análise da organização não governamental destacou que vários fatores influenciam na ocorrência das diarreias, como a disponibilidade de água potável, intoxicação alimentar, higiene inadequada e limpeza de caixas d'água. O estudo mostrou a relação direta entre a abrangência do serviço de esgotamento sanitário e o número de internações por diarreia. De acordo com o levantamento, em 2010, em 60 das 100 cidades pesquisadas os baixos índices de atendimento resultaram em altas taxas de internação por diarreias.

Nas 20 melhores cidades em taxa de internação (média de 17,9 casos por 100 mil habitantes), a média da população atendida por coleta de esgotos era 78%, enquanto nas dez piores cidades em internações por diarreia (média de 516 casos por 100 mil habitantes), a média da população atendida por coleta de esgotos era somente 29%.

Uol

Barragem Canafístula que abastece Solânea e região, preocupa o estado em que se encontra


Nos próximos dias a cidade de Solânea no Brejo paraibano poderá sofrer um colapso total por falta de água, a barragem que abastece a cidade está muito a baixo de sua capacidade. O lago da Barragem de Canafístula  está com  nível muito  baixo , as fotos tiradas, no último sábado dia (30) de março, mostra a verdadeira situação, onde antes era água virou longas extensões de terra, as marcas nos paredões denunciam por si só. Na barragem a situação ficou crítica e preocupam as autoridades, o nível está abaixo do normal.

As chuvas na região estão descartadas pelos meteorologistas até agora.  Na cidade de Solânea o racionamento de água começou há dois meses, a barragen que abastece a cidade e que também atende oito cidades na região não tem mais agua suficiente para atender a população 3 vesses por semana , as aguas estão a baixo da capacidade. Na cidade  a água só cai nas torneiras no final de semana.

Focando a notícia