sexta-feira, 23 de junho de 2023

Os riscos do cigarro eletrônico

 

O perigo do uso de cigarros eletrônicos tem se tornado uma preocupação crescente na sociedade atual. Embora muitas pessoas acreditem que essa forma de fumar seja uma alternativa mais segura em comparação aos cigarros convencionais, à realidade é que os cigarros eletrônicos também apresentam riscos significativos para a saúde.

Um dos principais perigos dos cigarros eletrônicos é a presença de substâncias químicas nocivas. Embora eles não contenham tabaco, muitos líquidos utilizados nos dispositivos de vaporização contêm nicotina, que é altamente viciante. Além disso, esses líquidos podem conter outras substâncias tóxicas, como formaldeído, acetato de vinila, acroleína e metais pesados. A inalação dessas substâncias pode levar a danos pulmonares graves e até mesmo a condições potencialmente fatais, como a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e o câncer de pulmão.

Ainda é importante destacar os riscos de segurança associados aos cigarros eletrônicos. Incêndios e explosões relacionados ao uso desses dispositivos têm sido reportados em diversos casos. Isso ocorre devido à possibilidade de superaquecimento das baterias utilizadas nos cigarros eletrônicos, podendo resultar em ferimentos graves e danos materiais.

Em face desses perigos, é essencial promover uma maior conscientização sobre os riscos associados ao uso de cigarros eletrônicos. As autoridades de saúde e os profissionais médicos devem educar o público sobre os efeitos negativos à saúde, especialmente entre os jovens. Além disso, é importante regulamentar rigorosamente a produção, a comercialização e a publicidade dos cigarros eletrônicos, a fim de proteger a população de potenciais danos à saúde.


quinta-feira, 22 de junho de 2023

O que fazer com o óleo de cozinha usado?

 


O aproveitamento do óleo de cozinha usado é um tema de grande importância e relevância nos dias atuais. O óleo de cozinha é um recurso que, quando descartado de forma inadequada, pode causar sérios danos ao meio ambiente e à saúde pública. No entanto, quando devidamente aproveitado, ele se torna uma fonte valiosa de energia renovável e também contribui para a redução da poluição ambiental.

Uma das principais formas de aproveitamento do óleo de cozinha é a sua reciclagem para a produção de biodiesel. O biodiesel é um combustível renovável e menos poluente em comparação aos combustíveis fósseis. Através de um processo chamado transesterificação, o óleo de cozinha usado pode ser convertido em biodiesel, que pode ser utilizado em motores de veículos, geradores de energia elétrica e até mesmo em aquecedores.

Além do biodiesel, o óleo de cozinha também pode ser reaproveitado de outras maneiras. Uma opção é a fabricação de sabão caseiro. O processo de saponificação transforma o óleo em sabão, que pode ser utilizado na limpeza doméstica, contribuindo para a redução do uso de produtos químicos agressivos ao meio ambiente.

Outra forma interessante de aproveitamento do óleo de cozinha é a produção de ração animal. Com o devido tratamento e processamento, o óleo pode ser incorporado na formulação de rações para animais, como porcos e aves. Essa prática ajuda a reduzir os custos de produção de alimentos para animais, além de oferecer uma alternativa sustentável para o descarte do óleo.

É importante ressaltar que o descarte inadequado do óleo de cozinha pode causar sérios problemas ambientais. Quando jogado na pia ou descartado no solo, ele pode contaminar rios, lagos e lençóis freáticos, causando a morte de organismos aquáticos e afetando toda a cadeia alimentar. Além disso, o óleo descartado de forma inadequada pode entupir redes de esgoto e causar problemas nas estações de tratamento de água.

Portanto, é fundamental que haja um esforço coletivo para conscientizar a população sobre a importância do correto aproveitamento do óleo de cozinha usado. Campanhas de educação ambiental, pontos de coleta e incentivos fiscais para empresas que realizam a reciclagem são algumas das medidas que podem ser adotadas para estimular o reaproveitamento desse recurso.

 


quarta-feira, 21 de junho de 2023

Orientações sobre Acidentes com Animais Peçonhentos: Mantenha-se Seguro

 


Os acidentes envolvendo animais peçonhentos podem ser assustadores e perigosos, mas com o conhecimento adequado e ações corretas, é possível minimizar os riscos e garantir a sua segurança. Aqui, forneceremos orientações essenciais para lidar com acidentes com animais peçonhentos, permitindo que você esteja preparado para agir de forma eficaz e proteger-se em situações de perigo.

Conhecendo os animais peçonhentos:

Informe-se sobre as espécies de animais peçonhentos presentes na sua região. Procure saber suas características, hábitos e locais de ocorrência. Essa informação é fundamental para identificá-los corretamente.

Reconheça os principais sinais de advertência dos animais peçonhentos, como cores vibrantes, padrões distintos, presença de espinhos, escamas ou quelíceras.

Prevenção de acidentes

Mantenha sua casa e áreas externas limpas e organizadas, reduzindo os esconderijos e abrigos para os animais peçonhentos;

Use calçados adequados ao caminhar em áreas com vegetação densa ou desconhecida;

Evite colocar as mãos em locais de difícil visualização, como buracos, troncos ocos ou pilhas de lenha.



Como proceder em caso de acidente:

Mantenha a calma e procure afastar-se imediatamente do animal;

Não tente capturá-lo ou matá-lo, pois isso pode aumentar o risco de ser picado;

Ligue para um serviço de emergência médica ou dirija-se a um hospital imediatamente, informando sobre o acidente;

Enquanto espera por ajuda, mantenha-se imóvel e aplique um torniquete apenas se tiver certeza de como fazê-lo corretamente. Em muitos casos, é recomendado não usar torniquetes, pois podem piorar o quadro.



Primeiros socorros básicos:

Lave o local da picada com água e sabão suavemente;

Não aplique substâncias como álcool, café, ervas, urina ou qualquer outra substância sem orientação médica;

Evite fazer cortes, sucção ou uso de torniquetes sem recomendação profissional.

Identificação da espécie:


Caso seja possível e seguro, observe características do animal, como cor, tamanho, forma da cabeça e rabo. Fotografe, se possível;

Essas informações podem auxiliar os profissionais na identificação da espécie e no tratamento adequado.

Lidar com acidentes envolvendo animais peçonhentos requer conhecimento e ações cautelosas. Ao seguir as orientações apresentadas, você estará melhor preparado para enfrentar situações de perigo, minimizando os riscos e protegendo sua saúde. Lembre-se sempre de buscar assistência médica imediatamente e não tente tratar-se por conta própria. Sua segurança é primordial, e com a informação adequada, você poderá lidar de forma eficaz com acidentes envolvendo animais peçonhentos.


Parque Nacional da Serra do Teixeira é criado na Paraíba

 


O Brasil ganhou oficialmente, no início do mês, o Parque Nacional da Serra do Teixeira. Com uma área aproximada de 61.095 hectares de caatinga, é o primeiro parque nacional no estado da Paraíba. O local será destinado à preservação da biodiversidade, promoção de turismo ecológico, além de atividades de recreação, em contato com a natureza.

Segundo o diretor substituto de Manejo e Criação de Unidades de Conservação do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), Bernardo Brito, a criação do parque foi resultado de uma série de estudos desenvolvidos com instituições ambientais do Nordeste e coordenados pelo próprio ICMBio, que será o gestor do novo Parque Nacional.

“A partir desses estudos e do diálogo com entes sociais nós chegamos a um desenho de uma área com boa vizinhança e que não adentrasse em regiões onde há outros tipos de uso, como assentamento rural, ou ocupação por antenas comerciais”, explica Brito. Aliás, um ponto polêmico é que a medida também autoriza a mineração nas áreas descritas como zona de amortecimento, que circundam a área de preservação, mas segundo o ICMBio tal área ainda não foi delimitada.

O parque foi criado por meio de um decreto presidencial assinado por Lula no Dia Mundial do Meio Ambiente.

Parque da Serra do Teixeira



Situado integralmente na Caatinga, o parque deve contribuir especialmente para a proteção deste bioma. A área abrange 12 municípios: Água Branca, Cacimba de Areia, Catingueira, Imaculada, Juru, Mãe D’água, Maturéia, Olho D’Água, Santa Teresinha, Santana dos Garrotes, São José do Bonfim e Teixeira.

Dentre as atrações naturais do lugar está o Pico do Jabre, no município de Matureia, a 325 km de João Pessoa. O local, a 1.208 metros de altitude, é ponto mais alto do estado e oferece uma visão panorâmica de 130 km dos estados do Rio Grande do Norte e Pernambuco. Muitos aventureiros visitam o lugar, em busca da vista privilegiada e de um belo pôr do sol.

Segundo o superintendente da Sudema (Superintendência de Administração do Meio Ambiente), Marcelo Cavalcanti, o estado da Paraíba tem muitas áreas com vocação para parques nacionais e ele espera que outras áreas, como esta, sejam transformadas em unidades de preservação.

O Brasil tem atualmente 74 parques nacionais administrados pelo ICMBio. Juntos, eles somam cerca de 26 milhões de hectares em áreas de preservação. Algumas com a concessão para turismo e atividades recreativas à iniciativa privada.

Proteção

A implantação do Parque Nacional da Serra do Teixeira irá proteger cerca de 70 nascentes de água existentes naquela serra, sendo 70% das nascentes da bacia do Rio Piranhas/Açu. Trata-se de importante unidade de conservação que protegerá de forma integral todas as riquezas biológicas e cênicas encontradas na região.

Flora

Conforme estudo apresentado em 2009, o Parque Nacional da Serra do Teixeira apresenta pelo menos 265 espécies, das quais 24 são endêmicas (exclusivas dessa área e não são encontradas em outros lugares) à Caatinga e ao menos seis espécies encontram-se ameaçadas de extinção.

Fauna

A unidade possui uma relevante representatividade da biodiversidade. São no total 237 espécies registradas, apenas para os quatro grupos de vertebrados terrestres (anfíbios, répteis, aves e mamíferos). Pelo menos 19 espécies estão entre as listas vermelhas de fauna ameaçada de extinção, e tantas outras correm riscos pelo seu potencial sinergético, sendo caçadas de forma ilegal. Entre toda a fauna, o registro mais importante é o do jacaré-do-papo-amarelo, podendo ser a única população natural deste réptil no semiárido paraibano.

Fonte: Ciclo Vivo

terça-feira, 20 de junho de 2023

Pets também sentem frio: como cuidar dos animais no inverno

 


Assim como os seres humanos, no inverno os pets também estão mais propensos a doenças respiratórias e precisam de atenção redobrada. É essencial estar atento aos cuidados para proteger os cães e gatos durante a temporada mais fria.

“Os pets também sentem frio e precisam de atenção especial. Essas quedas de temperaturas podem fazer com que eles fiquem mais quietinhos, por conta desse frio que sentem”, explica Cleusa Oliveira Deiró, médica veterinária e professora do curso de Medicina Veterinária da UniFTC Salvador.

A especialista também pontua que os animais de estimação podem ficar doentes com a falta de cuidados dos seus tutores.

“As doenças mais comuns são referentes ao trato respiratório, região em que se encontra a primeira parte do sistema respiratório e que vai até os bronquíolos e alvéolos pulmonares. Gripe, seja ela viral ou até mesmo bacteriana, são doenças mais transmissíveis durante o inverno. E nos gatos, a queda de temperatura também pode favorecer o aparecimento de asma, por conta da exposição desses animais a alérgenos do ambiente”, ressalta Cleusa.

A veterinária acrescenta que corrimentos nasais, sendo transparentes ou não, é um dos sintomas a serem observados, assim como a presença de espirros, dificuldade respiratória e até mesmo corrimento ocular. Segundo Cleusa, essa infecção pode acarretar em uma conjuntivite.

Já o professor de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Brasília (CEUB), Bruno Alvarenga, explica que os pets podem sofrer com doenças articulares que causam desconforto e dor, especialmente em dias mais frios. Segundo ele, pela manhã, os animais tendem a se movimentar mais para aliviar o desconforto nas articulações e, à medida que a temperatura aumenta, a circulação melhora.

Dicas práticas



Para cuidar da saúde articular nos dias frios, Bruno indica o uso de suplementos e vitaminas, como o colágeno tipo dois para cães e gatos com desordens osteoarticulares. De acordo com o veterinário, o uso de ômega três também pode ajudar a prevenir desconfortos articulares.

“O Ômega Três também é benéfico para a saúde da pele dos animais, que pode ficar ressecada devido à baixa umidade durante o frio. A oferta de uma ração de boa qualidade também é fundamental”, afirma o veterinário.

Como a temporada é seca, o profissional ressalta que é preciso estimular o aumento de maior ingestão de água e utilizar umidificadores pela casa para garantir a umidade adequada do ambiente. O veterinário considera essencial manter a casa limpa e evitar exposição a poeira proveniente de reformas, que pode causar alergias e problemas dermatológicos nos animais.

“Manter as janelas e portas fechadas em momentos com maior concentração de partículas no ar é uma medida importante para proteger seu animal de estimação”, afirma.

Já Cleusa explica que, para evitar o sofrimento dos fiéis companheiros, os tutores devem garantir o conforto e proteção. “Animais de guarda, como cães de guarda, devem ter seus canis para protegê-los da chuva. Isso é muito importante, porque o animal molhado baixa a imunidade e pode favorecer o aparecimento dessas doenças”, alerta a especialista.

A veterinária também sugere que seja apenas um banho por mês, inclusive em meses de verão. “Os banhos devem ter frequência reduzida e o ideal é que sejam feitos com água morna. Outro ponto de atenção são os passeios com o animal. Para evitar a necessidade de banho e garantir a proteção contra o frio, não é indicado passear em horários de chuvas e por regiões muito molhadas. Permitir que o animal passe por cima de poças é perigoso, pois não só molha o pelo, mas também propicia a leptospirose. Após o passeio, deve-se sempre higienizar e secar o pet”, orientou.

Sobre a alimentação, não há grandes mudanças. Os animais acabam tendo mais fome para produzir mais calor e assim aumentar a temperatura corporal, mas não precisam ter alteração na ração, recomendou Cleusa Deiró. “Tosa não é muito apropriado. Animais com pelo longo já possuem uma proteção contra o frio, então não é indicado. Procure colocar uma roupa quentinha, naqueles que não possuem muito pelo”, orienta.

Ambos reforçam que é muito importante manter as vacinas sempre atualizadas para evitar doenças diversas.


Fonte: Ciclo Vivo

quinta-feira, 29 de dezembro de 2022

Fiocruz disponibiliza banco de dados sobre plantas medicinais

 


O Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) disponibiliza mais um benefício para a comunidade científica e a sociedade. Trata-se do banco de dados que reúne as informações bibliográficas disponíveis sobre plantas medicinais a partir do conhecimento tradicional. A plataforma resulta de um estudo realizado pelo herbário Coleção Botânica de Plantas Medicinais (CBPM), do Centro de Inovação em Biodiversidade e Saúde da unidade (Cibs), com o apoio da Vice-Presidência de Pesquisa e Coleções Biológicas (VPPCB/Fiocruz).

A iniciativa tem como objetivo valorizar o conhecimento popular e a pesquisa etnobotânica a fim de estimular a repartição de benefícios com comunidades provedoras. Além disso, visa também a subsidiar pesquisas voltadas para a comprovação dos usos populares de plantas medicinais e estimular o desenvolvimento de produtos e políticas de saúde que priorizem a biodiversidade brasileira.



O projeto foi idealizado pelo biólogo Marcelo Galvão, curador adjunto da CBPM/Fiocruz. O levantamento bibliográfico foi realizado pelo técnico do CBPM/Fiocruz, Marco Antonio Filho. O site foi desenvolvido pelo analista computacional da VPPCB/Fiocruz, Carlos Henrique da Silva. Galvão explica que a nova ferramenta pode ser útil para profissionais que trabalham com produtos naturais e buscam novas espécies para estudar ou precisam comprovar tradicionalidade de uso para notificar produtos à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Este banco pode subsidiar pesquisas na área farmacêutica de produtos naturais, auxiliar registros de produtos tradicionais fitoterápicos na Anvisa, fomentar questões de repartição de benefícios junto ao [Conselho de Gestão do Patrimônio Genético] CGEN, além de outros benefícios”, destaca.

O Brasil possui aproximadamente 40 mil espécies vegetais conhecidas, inúmeras dessas plantas são consideradas medicinais por povos originários e diversas comunidades tradicionais. No entanto, as listas oficiais de plantas medicinais possuem um número muito inferior ao já registrado por estudos etnobotânicos. Desta forma, o trabalho realizado pela instituição é contínuo, ou seja, à medida que uma nova espécie entre no acervo da CBPM, o levantamento bibliográfico sobre ela será incluído no banco, além da atualização das espécies já catalogadas.

O banco também é voltado para indústrias, provedores do conhecimento popular, gestores públicos que busquem ampliar listas oficiais de plantas medicinais no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), seguindo a Política e Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, e a população em geral.

Ao todo, o acervo atual conta com 300 espécies. Para consultar, basta acessar a página da Coleção de Botânica de Plantas Medicinais. As buscas podem ser feitas por família botânica, nome popular ou científico.

Fonte: Ciclo Vivo

segunda-feira, 15 de agosto de 2022

Novo vírus de origem animal infecta 35 pessoas na China, aponta estudo



Um estudo científico feito na China e publicado na revista científica “New England Journal of Medicine” anunciou a detecção de um novo tipo de vírus de origem animal, o henipavírus. A doença é transmitida por morcegos frugívoros e, de acordo com a publicação, já são 35 casos confirmados por meio de amostras de saliva.

Localizados nas províncias chinesas de Shandong e Henan, nenhum dos infectados está em estado grave. Apenas 26 deles apresentaram sintomas, que são: tosse, febre, cansaço, perda de apetite, dores de cabeça, musculares, náuseas e irritabilidade.

A pesquisa relata queo s pacientes tiveram contato recente com animais e não há casos de transmissão de humanos para humanos. Outros tipos de henipavírus relacionados foram detectados em morcegos, roedores e musaranhos.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), surtos subsequentes da doença na Índia, o consumo de frutas ou produtos de frutas (como suco de tamareira cru) contaminados com urina ou saliva de morcegos frugívoros infectados foi a fonte mais provável de infecção.

Sem medicamento ou vacina, o vírus Nipah causou apenas surtos na Ásia. Infecta uma ampla variedade de animais, a taxa de letalidade em humanos é estimada em 40 -75%.

Fonte: G1