quarta-feira, 22 de março de 2017

ONG analisa 240 pontos de rios da Mata Atlântica e apenas 2,5% têm água com boa qualidade


Um relatório elaborado pela Fundação SOS Mata Atlântica divulgado nesta quarta-feira (22) mostra que a qualidade da água é considerada boa em apenas seis (2,5%) de 240 pontos analisados nas bacias brasileiras situadas nesse bioma. A Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o 22 de março como o Dia Mundial da Água. 

O documento traz o resultado de 1.607 análises da qualidade da água. São 73 municípios de 11 estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo, além do Distrito Federal.

Nenhum ponto monitorado apresentou a água com parâmetros necessários para ser considerada ótima. Em 168 deles, 70% das regiões analisadas, a qualidade é regular. Em 63, ou 26,3%, é ruim. Três pontos - 1,2% - têm o índice classificado como péssimo.

Critérios

As coletas foram feitas mensalmente no período de março de 2016 até fevereiro deste ano. São 16 critérios levados em consideração: temperatura da água, temperatura do ambiente, turbidez, espumas, lixo flutuante, odor, material sedimentável, peixes, larvas e vermes vermelhos, larvas e vermes brancos, coliformes totais, oxigênio dissolvido (OD), demanda bioquímica de oxigênio (DBO), potencial hidrogeniônico (pH), fosfato (PO4) e nitrato (NO3). 

Após a análise das amostras mensais em cada um dos pontos, foi feita a média dos resultados para estabelecer o índice de qualidade. 

“A principal causa da poluição dos rios monitorados é o despejo de esgoto doméstico junto a outras fontes difusas de contaminação, que incluem a gestão inadequada dos resíduos sólidos, o uso de defensivos e insumos agrícolas, o desmatamento e o uso desordenado do solo”, disse Malu Ribeiro, coordenadora de Recursos Hídricos da Fundação SOS Mata Atlântica. 

De acordo com a fundação, em comparação com o ano anterior, 15 pontos apresentaram perda de qualidade da água. Treze deles estão localizados em capitais e em bacias urbanas. Desses, oito estão em São Paulo, na bacia hidrográfica do Rio Tietê; um na cidade do Rio de Janeiro, no Rio Pavuna; três no Recife, no Rio Capibaribe; e três em João Pessoa, nos Rios Jaguaribe e Tambiá. 

Outros 18 trechos analisados apresentaram melhoria em relação ao ano passado - todos estão localizados em regiões que contam com mata nativa e áreas protegidas, e também contam com ações de saneamento básico. 

Desses locais com melhorias, 15 estão na bacia hidrográfica do Rio Tietê, sendo sete deles localizados em São Paulo; um na cidade do Rio de Janeiro, junto ao sistema de pré-tratamento no Rio Carioca; um em Olinda, no Rio Beberibe; e um em Maceió, no Riacho Doce. 

Em 134 pontos analisados não houve alteração significativa da qualidade da água em comparação com o ano passado. Trinta e quatro deles, no entanto, mantiveram os índices de qualidade como ruim ou péssimo.


SOS MATA ATLÂNTICA

terça-feira, 21 de março de 2017

ONU denuncia ‘mito’ de que pesticidas são necessários para alimentar o mundo


A ideia de que os pesticidas são essenciais para alimentar a população mundial em rápido crescimento é um mito, é o que dizem os especialistas da ONU em alimentos e poluição em um novo relatório apresentado ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, na última quarta-feira (8).

Segundo noticiado pelo jornal britânico The Guardian, o relatório foi severamente crítico com as corporações globais que fabricam pesticidas, acusando-as de “negação sistemática de danos”, “táticas de marketing agressivas e antiéticas” e de lobby pesado de governos que tem “obstruído as reformas e paralisado restrições a pesticidas globalmente”.

O relatório diz que os pesticidas têm “impactos catastróficos no ambiente, na saúde humana e na sociedade como um todo”, incluindo cerca de 200.000 mortes por ano de envenenamento agudo. Seus autores disseram: “É hora de criar um processo global de transição para métodos mais seguros e saudáveis na produção de alimentos e agrícola.”

A indústria de pesticidas argumenta que seus produtos – um mercado que vale cerca de US $ 50 bilhões por ano e cresce – são vitais para proteger as colheitas e garantir suprimentos suficientes de alimentos.

“É um mito”, disse Hilal Elver, relator especial da ONU para o direito à alimentação. “A utilização de mais pesticidas não tem nada a ver com a eliminação da fome, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), podemos alimentar hoje 9 bilhões de pessoas, mas mesmo com a produção crescendo, o problema é a pobreza, a desigualdade e a distribuição.”

Elver disse que muitos dos pesticidas são usados em culturas de commodities, como óleo de palma e soja, e não o alimento necessário para as pessoas famintas do mundo: “As corporações não estão lidando com a fome no mundo, estão lidando com mais atividade agrícola em grande escala.”

Elver também disse que, enquanto os consumidores nos países desenvolvidos são geralmente melhor protegidos contra pesticidas, os trabalhadores agrícolas muitas vezes não são.


“A alegação de que é um mito que os agricultores precisam de pesticidas para enfrentar o desafio de alimentar 7 bilhões de pessoas simplesmente não resiste ao escrutínio”, disse o porta-voz da Crop Protection Association, que representa os fabricantes de pesticidas no Reino Unido, também ao The Guardian. “A ONU FAO é clara sobre este – sem ferramentas de proteção de culturas, os agricultores podem perder até 80% de suas colheitas por danificações por insetos, ervas daninhas e doenças das plantas.

O relatório recomendou um movimento para um tratado global para governar o uso de pesticidas e para passar a práticas sustentáveis, incluindo métodos naturais de supressão de pragas e rotação de culturas, bem como incentivar alimentos produzidos organicamente.

Segundo o relatório, a exposição crônica aos pesticidas tem sido associada ao câncer, doenças de Alzheimer e Parkinson, distúrbios hormonais, distúrbios do desenvolvimento e esterilidade. Também destacou o risco para as crianças da contaminação por pesticidas dos alimentos, citando 23 mortes na Índia em 2013 e 39 na China em 2014. Além disso, segundo o relatório, estudos recentes do governo chinês indicaram que a contaminação por pesticidas significava que a agricultura não poderia continuar em cerca de 20% das terras aráveis.

“A indústria usa frequentemente o termo” uso indevido intencional “para transferir a culpa para o usuário pelos impactos evitáveis de pesticidas perigosos”, disse o relatório. “No entanto, claramente, a responsabilidade de proteger os usuários e outros ao longo do ciclo de vida do pesticida e em toda a cadeia de varejo é da responsabilidade do fabricante de pesticidas”.

No Brasil

O Brasil hoje lidera o uso de agrotóxicos no mundo. Todo ano a Anvisa divulga uma lista com as frutas e vegetais mais contaminados no Brasil. Um estudo também identificou quais são os agrotóxicos mais frequentes nos alimentos consumidos no Brasil.

Um estudo feito pela Universidade Estadual de Washington, EUA, mostrou que a agricultura orgânica pode ser usada para alimentar de maneira eficiente toda a população mundial

Ciclo Vivo

domingo, 19 de março de 2017

A Coleta Seletiva de Resíduos Sólidos no Brasil


O lixo é um dos maiores problemas da sociedade moderna. Gradualmente, porém, através da educação ambiental, as pessoas vêm se conscientizando cada vez mais sobre esta questão. Os 3Rs – Reduzir, Reutilizar, Reciclar – vêm se tornando cada vez mais importantes na resolução deste problema. Dentro do processo de Reciclagem, a Coleta Seletiva é uma etapa fundamental. Através dela, os resíduos recicláveis são separados dos demais resíduos, recolhidos por empresas responsáveis pela limpeza urbana.

A coleta seletiva no Brasil é realizada de maneira informal há muitos anos, através dos catadores autônomos. Foram os primeiros a perceber que havia valor no lixo. Atualmente, em muitos municípios do país, os catadores já se organizaram em cooperativas, que recebem os resíduos, fazem a separação adequada, e os encaminham a empresas recicladoras dos materiais.


Quanto melhor for a seleção dos resíduos, maior qualidade – e maior valor comercial – terá o material reciclável resultante. A estrutura das cooperativas permite que os catadores aumentem sua produtividade, e consequentemente, seus ganhos.

Além de catadores e cooperativas, a população de alguns municípios pode separar o resíduo reciclável e leva-lo até um Ponto de Entrega Voluntária (PEV).


Coleta seletiva aumenta, mas ainda é pequena no Brasil

 

Em pesquisa do CEMPRE, em 2016 apenas 1055 (18%) dos municípios brasileiros possuíam sistema de coleta seletiva implementado. E a maioria destes municípios (81%) ainda está concentrada no Sul/Sudeste.
Dentre os materiais recicláveis, o papel/papelão é o mais coletado (34%), seguido do plástico (11%). Infelizmente, ainda há muito material não reciclável misturado aos recicláveis (35%), o que prejudica a qualidade da reciclagem. Neste sentido, precisamos reforçar o trabalho de educação ambiental para a população.


Os índices brasileiros de reciclagem variam muito de acordo com o material analisado. Como exemplo, podemos citar que em 2013 recuperamos 58,9% de papéis recicláveis, porém alcançamos 33,7% de alumínio reciclado.


Os materiais recicláveis são divididos em 4 grupos principais:

1) Papel 

Inclui: Jornal, papel branco comum, papel pardo, papelão, cartolina, envelopes, papel cartão, revistas, folhas de caderno, entre outros.

Não inclui: papel auto-adesivo, carbono, celofane, de fax, fotográfico, termoabrasivo, ou plastificado, guardanapos, bitucas de cigarro.


2) Plástico 

Inclui: garrafa PET, embalagens de produtos de beleza e de limpeza, sacos plásticos, potes de margarina, copos de mate, entre outros.

Não inclui: copos descartáveis, fraldas, espuma, isopor, canos de PVC, fita cassete, DVD, CD.


3) Metal 

Inclui: latas de alumínio, objetos de ferro, fios e cabos, embalagens de desodorante, entre outros.

Não inclui: pilhas e baterias, clipe, grampo, prego, esponjas de aço, lata de tinta.


  4) Vidro 

Inclui: garrafas, copos e recipientes em geral.

Não inclui: espelho, cerâmica, tubo de TV, lâmpadas fluorescentes, remédios, entulho.


Recicloteca

sexta-feira, 17 de março de 2017

Pousada da Estação Bananeiras - Beleza arquitetônica




Conheça a linda Pousada da Estação Bananeiras. Concebida na centenária Estação de Trem tombada pelo patrimônio histórico, dispõe de modernas e sofisticadas instalações ao mesmo tempo em que preserva e resgata os traços da arquitetura da época. O complexo ainda conta com um restaurante com cardápio regional e contemporâneo e lojas com móveis e utensílios para casas de campo.












A Estação Bananeiras é um dos cartões postais da cidade, tanto por sua beleza arquitetônica quanto pelo contexto histórico, pois foi à restauração de uma antiga estação de trem que deu origem ao restaurante e a pousada.

A Estação busca trabalhar com o público apaixonado pela cultura do frio, pois a cidade de Bananeiras é conhecida por suas temperaturas baixas e clima agradável o ano inteiro.


























Fotos: Instagram Estação Bananeiras

quarta-feira, 15 de março de 2017

Fósseis de 1,6 bilhão de anos podem ser plantas mais antigas da Terra


Fósseis de 1,6 bilhão de anos descobertos na Índia, que se assemelham a algas vermelhas, podem ser as plantas mais antigas já conhecidas, uma descoberta que pode obrigar cientistas a reavaliar o momento quando importantes linhagens da árvore da vida primeiro apareceram na Terra. 

Pesquisadores descreveram nesta terça-feira (14) os pequenos e multicelulares fósseis como dois tipos de algas vermelhas – uma de formato mais longo e a outra como um bulbo – que viveram num ambiente marinho raso junto a bactérias. Até agora, as plantas mais antigas conhecidas eram fósseis de alga vermelha de 1,2 bilhão de anos do Ártico canadense. 

Os pesquisadores afirmaram que estruturas celulares preservaram os fósseis, e o formato deles em geral batia com o das algas vermelhas, um tipo de planta primitiva que se prolifera em ambientes marinhos como recifes de coral, mas também pode ser encontrado em água fresca. Um tipo de alga vermelha conhecida como nori é um ingrediente comum do sushi. 

"Nós poderíamos quase ter comido sushi há 1,6 bilhão de anos”, brincou a bióloga Therese Sallstedt, do Museu de História Natural da Suécia, que participou do estudo publicado no periódico PLOS Biology. 

A Terra se formou há cerca de 4,5 bilhões de anos. Há evidências indicando que a vida apareceu na forma de bactéria marinha de 3,7 bilhões de anos a 4,2 bilhões de anos atrás. Somente muito mais tarde plantas e animais apareceram. 

"As plantas tiveram um papel chave para a vida na Terra, e nós mostramos aqui que elas são consideravelmente mais antigas do que pensávamos, o que influencia a nossa avaliação de quando formas de vida avançada apareceram na cena evolucionária”, afirmou Therese Sallstedt. 

Os fósseis foram encontrados em rochas sedimentares ricas em fosfato de Chitrakoot na região central da Índia. Os fósseis contém aspectos celulares internos, incluindo estruturas que parecem ser parte do equipamento para fotossíntese. 

G1

segunda-feira, 13 de março de 2017

Qual é a indústria que mais polui o meio ambiente depois do setor do petróleo?


É fácil citar a indústria do petróleo como principal vilã da poluição. Mas poucos talvez saibam que o segundo lugar nesse ranking pertence à indústria da moda.

Se você veste calças ou malhas de poliéster, por exemplo, fique sabendo que a fibra sintética mais usada na indústria têxtil em todo o mundo não apenas requer, segundo especialistas, 70 milhões de barris de petróleo todos os anos, como demora mais de 200 anos para se decompor. 

A viscose, outra fibra artificial, mas feita de celulose, exige a derrubada de 70 milhões de árvores todos os anos. 

E, apesar de natural, o algodão é a uma fibra cujo cultivo é o que mais demanda o uso de substâncias tóxicas em seu cultivo no mundo - 24% de todos os inseticidas e 11% de todo os pesticidas, com óbvios impactos na terra e na água. 

Nem mesmo o algodão orgânico escapa: uma simples camiseta necessitou de mais de 2700 litros de água para ser confeccionada.

Usar e jogar fora

Mas talvez o maior dano causado pela indústria da moda seja a tendência da "moda rápida", marcada especialmente pelos preços baixos. O consumo multiplica os problemas ambientais. 

O chamado "segredo sujo" da moda deu origem a iniciativas que buscam uma maior responsabilidade ambiental. 


Na Argentina, a Industry of All Nations foi fundada como uma "firma de design e desenvolvimento com o compromisso de repensar métodos de produção". 

O objetivo é produzir "roupa limpa". 

"Eu e meus irmãos nos demos conta de que, em um mundo tão grande, quase todos os produtos são feitos em dois ou três países asiáticos. E a única razão é porque é mais barato produzi-los lá", explica Juan Diego Gerscovich, fundador da empresa familiar. 

"A IOAN, como diz o nome, existe para que voltemos à produção e aos produtores originais, para que regressemos à fonte". 

Os hermanos Gerscovich, que são argentinos e vivem Los Angeles, começaram produzindo sandálias, usando os serviços de uma fábrica há 120 anos no ramo. 

"Era uma empresa sustentável sem saber, pois as sandálias eram de juta e algodão. A empresa produzia um milhão de unidades. A única coisa que fizemos foi mudar as tiras, que eram de material sintético, para algodão". 


Mas foi um segundo produto que soou o "alarme da contaminação". 

Os irmãos queriam produzir jeans, mas abandonaram a ideia quando "se deram conta de que se te uma questão muito tóxica". Decidiram resgatar o método tradicional de produção do tecido, com o uso de algodão orgânico e índigo - uma tintura obtida da planta Indigofera tinctoria. 

Gerscovich encontrou um pequeno vilarejo no sul da Índia, Auroville, onde levaram anos investigando como reviver a indústria local. 

"Era uma indústria muito importante e conectada à cultura indiana, mas a Revolução Industrial trouxe os corantes químicos, e a indústria do tecido natural desapareceu... era muito mais econômico e rápido com os métodos modernos". 

O processo natural requer ainda mais tempo e investimento, mas o empresário argentino diz que ele é muito menos agressivo para o meio ambiente.

O desaparecimento da indústrias fez com que fosse necessário treinar tecelões, pois ninguém na comunidade sabia fazer jeans.

Mais que um negócio

A empresa depois se dedicou à produção de suéteres com lã de alpacas bolivianas. "E sem corantes", ressalta Gersovich. 

"A cooperativa que produz os suéteres na Bolívia conhece nossa filosofia e montou um pequeno laboratório para começar a desenvolver tintas naturais". 

A idea original dos irmãos Gerscovich é não apenas fazer a roupa, mas empoderar comunidades. 

"O mais importante é que, como seres humanos, mudemos de mentalidade: precisamos consumir menos", diz o empresário.
A IOAN, assim como outras iniciativas do gênero, produzem suas peças em mais tempo e a um custo maior. Um par de jeans, por exemplo, custa US$ 170, valor bem superior ao de muitas marcas no varejo mundial.

"Vamos reduzir custos à medida que as vendas cresçam. Mas jamais chegaremos aos níveis das grandes cadeias (de lojas de roupa). Seus preços são uma invenção. Estão desrespeitosos 100% com seus produtores". 

G1 Natureza

domingo, 12 de março de 2017

Restaurante Bica dos Cocos - Lugar encantador


Lugar encantador, com banhos relaxantes em águas claras e cristalinas, no Município de Bananeiras.

Quem gosta da natureza e procura a tranquilidade longe dos centros urbanos, o lugar ideal é a “Bica dos Cocos, Bar e Restaurante Rural”. O local encantador fica na zona rural de Bananeiras, sendo ideal para os praticantes do turismo ecológico. O ambiente é belo e cercado de verde, com fontes de água claras e cristalinas, ideal para relaxar e se refrescar com um banho, em diversas cascatas.














A simplicidade faz o diferencial do ambiente. Além dos diversos pontos para um delicioso banho, o visitante pode saborear a tradicional galinha de capoeira, acompanhada do pirão, molho pardo, arroz da terra, macaxeira e feijão verde. A decoração conta com a ajuda da mãe natureza e você poderá descansar em aconchegantes redes de dormir, armadas entre as mesas rústicas em meio às plantas, frutos e flores do terreno que compõem o complexo do Sítio Cocos.

O lugar é ponto de referência dos roteiros turísticos. Os grupos são recebidos com muito carinho pela proprietária, Dona Nenê, que administra o local, juntamente com o seu marido Paulo e os filhos Vítor e Douglas. O Restaurante Rural Bica dos Cocos fica um pouco afastado do centro de Bananeiras e o acesso é feito por uma estrada de barro que permite bela contemplação da vegetação da zona rural, passando por diversas propriedades. Para chegar lá, passa-se pela Estação Bananeiras e pega-se,  logo em seguida, a rua de barro à direita, seguindo-se  sempre em frente.




















A natureza exuberante do rio Bananeiras que nasce na mata da Universidade Federal da Paraíba – UFPB, levando água em correnteza até a Bica dos Cocos, dá a segurança de que o turista precisa para o seu lazer. Passar um dia aproveitando esse pedaço de chão, longe da poluição dos grandes centros urbanos é, sem dúvida, uma oportunidade perfeita e harmoniosa. Tudo é bem aconchegante. Pontes rústicas possibilitam a travessia das águas, formando uma espécie de mirante com visão geral das diversas quedas de águas que se formam, oferecendo uma bela visão da natureza. 

















Texto: Teresa Duarte
Fotos: Instagram Bica dos Coco