quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Justiça federal nega pedido de suspensão do Enem 2016


A Justiça Federal no Ceará negou nesta quinta-feira o pedido de liminar feito pelo Ministério Público Federal (MPF) para suspender a realização do Enem, que acontece neste fim de semana, dias 5 e 6 de novembro, quando cerca de 8,7 milhões de candidatos são esperados em locais de prova de todo o país.

O pedido de suspensão do exame foi protocolado nesta quarta-feira pelo procurador Oscar Costa Filho, do MPF no Ceará, motivado pelo adiamento da avaliação para cerca de 191 mil participantes, que terão de fazer a prova nos dias 3 e 4 de dezembro devido a ocupações de estudantes em 303 escolas que seriam locais do Enem neste fim de semana. Costa Filho sustentava que não deve haver provas diferentes de redação num mesmo ano, já que, segundo ele, não se pode garantir que uma prova não será mais difícil que a outra. 

Contudo, a juíza Elise Avesque Frota, substituta da 8ª Vara Federal do Ceará, afirmou, na decisão, que a isonomia do exame está garantida na correção das provas e não no tema da redação, como defendia o procurador. 

“Apesar da diversidade de temas que inafastavelmente ocorrerá com a aplicação de provas de redação distintas, verifica-se que a garantia da isonomia decorre dos critérios de correção previamente estabelecidos, em que há ênfase na avaliação do domínio da língua e de outras competências que não têm "o tema" como ponto central”, diz a juíza.

A magistrada também considerou que a ocupação das escolas era uma situação imprevisível à época do lançamento do edital do exame, em abril e por isso a decisão de de alterar as datas de realização de provas dos estudantes afetados pelas ocupações de locais de prova tem justificativa. 

Acionada pelo Ministério da Educação (MEC) para defender a realização do Enem conforme o previsto, a Advocacia-Geral da União (AGU) havia informado à Justiça Federal do Ceará que uma eventual suspensão do exame geraria prejuízo de R$ 776 milhões aos cofres públicos. Além disso, a alteração atrasaria a divulgação dos resultados, prevista para a segunda semana de janeiro.

Está mantido, assim, o adiamento da prova apenas para os candidatos que fariam o exame em escolas que estão ocupadas pelo movimento contra a PEC 241, que estabelece um teto para os gastos públicos, e contra a Medida Provisória que reforma o ensino médio, divulgada pelo governo federal em setembro deste ano. 

Os estados com maior número de locais de prova ocupados são o Paraná, com 74 escolas e 41.168 candidatos afetados, e Minas Gerais, com 59 ocupações e 42.671 participantes que farão o exame nos dias 3 e 4 de dezembro. No estado do Rio, são dez escolas e 7.232 alunos prejudicados.

O ministro da Educação, Mendonça Filho usou o Twitter para comentar a decisão judicial. "A Justiça Federal decidiu manter a realização do Enem no próximo final de semana, negando liminar pedida pelo procurador do Ceará", anunciou ele em seu perfil pessoal no Twitter.

"Tranquilizamos a todos os estudantes que o Enem está mantido para o próximo final de semana para aqueles [que] farão exame em locais não ocupados", diz outra publicação divulgada no perfil.


O ministro descartou a troca dos locais de realização de prova, nos casos das escolas ocupadas.
— Quando você fala, por exemplo, na realocação para a realização de eleições, você está falando de uma urna eletrônica e de um sistema muito mais simples. A saída mais segura para a preservação do Enem foi a divisão em duas etapas. Foi a decisão mais segura e acertada possível — afirmou Mendonça Filho, em entrevista à Globo News.

O ministro da Educação afirmou ainda que o Inep não tinha tempo hábil de encontrar outros locais de prova para os 191 mil estudantes afetados, e que os custos extras do adiamento parcial será de R$ 12 milhões.

O GLOBO

sábado, 23 de julho de 2016

Escola pública usa horta para revitalizar espaço vazio


“Quem sabe no futuro nós não tenhamos crianças que saiam daqui para se tornarem engenheiros agrônomos, ou que façam cursos relacionados à sustentabilidade”. A frase de Eliane Ribeiro da Costa da Silva, diretora da E.E. Professora Maria da Conceição Oliveira Costa, resume bem a satisfação da unidade de ensino de Anos Iniciais com a sua horta sustentável.

O projeto, que contou com a parceria da ONG Cidades sem Fome, transformou o hábito alimentar dos pequenos estudantes do Ensino Fundamental e aguçou o interesse das crianças pelo tema. “Essa atividade acrescentou muita coisa no aprendizado de nossos alunos. Ao mesmo tempo que eles aprendem a ter o contato com a terra, água e o plantio, eles desenvolvem sua capacidade na leitura e escrita”, revela a diretora.

No espaço, que antes era considerado ocioso, os estudantes plantam alface, almeirão, escarola, repolho, limão, ameixa, entre outros alimentos, que são levados para casa pelos alunos. A escola também utiliza o plantio na merenda escolar. “Alguns pais me falam que as crianças chegam em casa e eles mesmos querem cozinhar os alimentos que plantaram, tamanha é a curiosidade pela atividade”, conclui Eliane.







A unidade escolar da zona leste da capital não foi a primeira a receber o projeto. Ao todo, a ONG Cidades sem Fome já implantou 38 hortas em escolas públicas, proporcionando a participação de mais de 14 mil alunos.

“O projeto ‘Hortas Escolares’ deriva de outro projeto que temos há uns cinco anos, que chama-se ‘Hortas Comunitárias’, no qual usamos os espaços públicos de São Paulo para realizar esse trabalho com a população. E nas escolas o nosso foco é a educação ambiental. A ideia é fazer com que o projeto traga um pouco mais de noção nas crianças sobre os alimentos que elas consomem diariamente, além de tentar desmistificar o tabu existente entre as crianças de que legumes e verduras não são saborosos”, afirma Hans Dieter Temp, fundador e coordenador de projetos da ONG.

Horta Educativa nas escolas estaduais

Em 2013, a Educação assinou um termo de cooperação entre o Fundo Social de Solidariedade (Fussesp) e a Secretaria da Agricultura para a implantação do projeto Horta Educativa. O objetivo é ensinar conceitos de Educação Ambiental, Nutricional e Valorização do Meio Rural via Horticultura.

No acordo, o Fussesp coordena a execução do projeto fornecendo material de apoio como ferramentas, sementes, material pedagógico e didático para a implantação nas escolas. Já a Secretaria da Agricultura elabora o estudo de viabilidade das áreas nas quais são implementadas as “Hortas Educativas”, disponibilizando assistência técnica para assuntos relacionados ao projeto.

Por fim, cabe a Secretaria da Educação disponibilizar o cuidador da horta para cada unidade escolar e encaminhar ao Fussesp relatório das atividades executadas.

Ciclo Vivo e Secretaria de Educação do Estado de São Paulo


sexta-feira, 22 de julho de 2016

Aprenda a fazer uma horta em apenas um metro quadrado


Muitas pessoas que têm pouco espaço em casa acham que não é possível cultivar seus próprios alimentos. Mas, paisagistas ensinam que mesmo em pequenos ambientes é possível fazer hortas caseiras.

Em 2011, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), mostrou que 28% dos vegetais consumidos no Brasil  possuem resíduos de agrotóxicos em níveis inaceitáveis. A alternativa então é cultivar seus próprios orgânicos, mesmo que o espaço seja pequeno.

Hoje, o CicloVivo separou o sistema do SERPAR (Serviço de Parques de Lima, no Peru) que ensina a cultivar uma horta quase completa ocupando apenas um metro quadrado.

Ideal para pequenos espaços, esta horta é cada vez mais popular entre os jardineiros urbanos. Ela é suficiente para o abastecimento diário de legumes de uma pessoa por um mês.

Por ocupar um pequeno espaço, a horta permite que o cultivador alcance toda ela para plantar, regar e colher, sem que precise de muito esforço. Além disso, é possível trabalhar na horta ao nível da cintura, o que facilita o cultivo por deficientes físicos.

Este sistema de cultivo é dividido entre quadrados e retângulos menores. Cada espaço tem um legume ou erva diferente.

Veja quais alimentos você pode cultivar e suas categorias:

Plantas pequenas: Rabanete, cenoura, cebola, espinafre, beterraba, alface e salsa.

Plantas grandes: Repolho, brócolis, couve-flor, berinjela e pimentas.

Plantas verticais: Tomate, pepino, vagem, ervilha e feijão.


Na construção da estrutura podem ser usados tubos de ferro ou de PVC utilizados em alambrados ou também é possível adaptar e reutilizar algum outro material, como pedaços de madeira.

As plantas maiores ficam nas fileiras de trás e as menores, na frente, para que todas recebam a luz do sol. As plantas verticais, como os tomates, devem ser penduradas na estrutura. Amarre-as bem para que suportem o peso e o vento.

A rotação de cultivos é automática. Por exemplo, um cultivo que leva mais tempo, como o do tomate, pode ser plantado entre outros cultivos de colheita rápida e que seriam colhidas antes que a planta precise de mais espaço.


Redação CicloVivo

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Pesquisa comprova que pernilongo também transmite vírus zika


Pesquisa inédita realizada pela Fiocruz detectou a presença do vírus zika em mosquitos Culex quinquefasciatus (a popular muriçoca ou pernilongo doméstico) coletados na cidade do Recife. Esse achado confirma a espécie como potencial vetor do vírus causador da zika, hipótese que, de acordo com a literatura científica, não havia sido comprovada até o momento.

O Culex quinquefasciatus é a espécie de mosquito mais abundante no ambiente urbano das áreas tropicais e subtropicais, onde costuma estar presente numa densidade 20 vezes maior que o Aedes aegypti

A pesquisa foi conduzida pela Fiocruz Pernambuco na Região Metropolitana do Recife, onde a população do Culex é cerca de 20 vezes maior do que a população de Aedes aegypti. Os resultados preliminares da pesquisa de campo identificaram a presença de Culex quinquefasciatus infectados naturalmente pelo vírus zika em três dos 80 grupos de mosquitos analisados até o momento. Em duas dessas amostras, os mosquitos não estavam alimentados, demonstrando que o vírus estava disseminado no organismo do inseto e não em uma alimentação recente num hospedeiro infectado.

A coleta dos mosquitos foi feita com base nos endereços dos casos relatados de zika nas cidades do Recife e Arcoverde, obtidos com a Secretaria de Saúde do Estado de Pernambuco (SES-PE). O número total de mosquitos examinados na pesquisa foi de aproximadamente 500. O objetivo do projeto é comparar o papel de algumas espécies de mosquitos do Brasil na transmissão de arboviroses. Foi dada prioridade ao vírus zika devido a epidemia da doença no Brasil e sua ligação com a microcefalia. 

A partir dos dados obtidos, os pesquisadores afirmam que serão necessários estudos adicionais para avaliar o potencial da participação do Culex na disseminação do vírus zika e seu real papel na epidemia. De acordo com a Fiocruz, o estudo atual tem grande relevância, uma vez que as medidas de controle de vetores são diferentes.

Extra.Globo

sábado, 9 de abril de 2016

Número de pessoas com diabetes nas Américas triplicou desde 1980, diz OMS


Uma em cada doze pessoas – ou 62 milhões – vive com diabetes nas Américas, número que triplicou desde 1980. A doença é atualmente a quarta principal causa de morte na região, depois de infarto, acidente vascular cerebral (AVC) e demências, disse o Informe Mundial sobre Diabetes da Organização Mundial da Saúde (OMS). O documento foi apresentado na ocasião do Dia Mundial da Saúde, celebrado nesta quinta-feira (7).

Segundo estimativas da agência de saúde da ONU, caso medidas não sejam tomadas, quase 110 milhões de pessoas terão diabetes até 2040, daí a urgência de se intensificar os esforços para prevenir e controlar a doença.

O relatório destaca a necessidade de implementação de políticas públicas que apoiem estilos de vida saudáveis e a garantia de que sistemas de saúde sejam capazes de diagnosticar prontamente, tratar e cuidar de pessoas com diabetes.

“A melhor forma que as pessoas têm de prevenir a diabetes é seguir uma dieta saudável, evitando sobretudo os alimentos ultraprocessados – ricos em calorias e pobres em nutrientes – e bebidas açucaradas, além de realizar atividades físicas regularmente para manter um peso saudável”, disse a diretora da Organização Pan-americana da Saúde (OPAS) – o escritório regional da OMS para as Américas –, Carissa Etienne.

A especialista esclareceu, no entanto, que a prevenção “não é apenas uma responsabilidade individual” e instou governos a adotarem políticas e medidas eficazes para “fazer a escolha saudável ser a escolha mais fácil”.

A diabetes é uma doença crônica progressiva, caracterizada por altos níveis de glicose no sangue. É uma importante causa de cegueira, insuficiência renal, amputação de membros inferiores e outras consequências de longo prazo que afetam significativamente a qualidade de vida e aumentam o risco de morte prematura.
A atenção para a diabetes e suas complicações também representa um custo elevado para as famílias e os sistemas de saúde. Em 2014, as despesas regionais de saúde relacionadas à doença somaram cerca de 382 bilhões de dólares.

A maioria das pessoas com diabetes sofre com a doença de tipo dois, que está intimamente ligada ao excesso de peso e à obesidade, bem como a estilos de vida sedentários. Nas Américas, mais de 60% da população está acima do peso ou obesa, em grande parte como resultado de mudanças de estilo de vida relacionadas ao desenvolvimento e à globalização.

O novo relatório da OMS diz ainda que o aumento da diabetes pode ser retardado por meio de uma combinação de políticas fiscais, legislações, mudanças no meio ambiente e conscientização das pessoas para a necessidade de modificar os fatores de risco. Isso inclui políticas que aumentem os impostos sobre bebidas açucaradas e a adoção de rotulagem frontal nos alimentos, alertando os consumidores sobre os produtos processados com alta quantidade de gordura, açúcar e sal, com o objetivo de desencorajar seu consumo.

“A menos que sejam tomadas medidas urgentes, o mundo não vai reverter essa epidemia”, afirmou o assessor regional em diabetes da OPAS, Alberto Barceló. Segundo ele, os Estados-membros da OMS se comprometeram a limitar o aumento da diabetes e da obesidade até 2025.

Diagnóstico precoce

O relatório mostra que as pessoas com diabetes podem ter uma vida longa e saudável se a doença for detectada a tempo e bem manejada. Nas Américas, contudo, em alguns países até 40% das pessoas com diabetes não sabem que têm a doença e entre 50% e 70% não alcançam o controle adequado da glicemia.

Um bom manejo da diabetes pode prevenir complicações e morte prematura. “Precisamos garantir que as pessoas com diabetes tenham acesso aos cuidados e medicamentos (de) que necessitam, bem como à educação e às intervenções que facilitem um estilo de vida saudável”, indicou Barceló.

Veja aqui o Informe Mundial sobre Diabetes completo (em inglês). 

Ciclo Vivo

Energia solar cresce mesmo na crise e movimentará R$ 100 bi no Brasil até 2030


Apesar do momento desfavorável da economia brasileira, o mercado de energia solar está aquecido. Só em janeiro e fevereiro, 179 novas empresas se registraram no Portal Solar – hub de prestadores de serviços do setor – e já são 140 mil acessos mensais de quem procura informações sobre energia solar. Até 2030, o governo federal estima que essa indústria movimente R$ 100 bi.

Em parte, o grande aumento da oferta e demanda se explica pela necessidade de preencher uma lacuna: enquanto as tarifas de luz encontradas no Brasil estão entre as mais caras do mundo, a localização tropical do país traz níveis de irradiação solar que possibilitam alto rendimento das placas fotovoltaicas.

Foi frente a esse cenário que o engenheiro Fabio Carrara decidiu fundar a Solstar. “Já vemos um crescimento exponencial na geração fotovoltaica, o setor deve superar R$ 1 bi movimentados em 2017. Estamos investindo para posicionar a empresa entre as três maiores do segmento no Brasil até o final do ano”, conta Carrara, que já tinha experiência como investidor na internet. “O Portal Solar ajuda na disseminação da energia solar, além de preparar melhor o consumidor para a compra e gerar leads para a empresa”, explica o empreendedor.

Uma rede de negócios

Criado com o propósito de unir interessados na energia sustentável a quem oferece o serviço, o Portal Solar agora otimiza suas ferramentas de relacionamento entre empresas e clientes. “Queremos deixar o site como um LinkedIn da energia solar no Brasil”, diz a diretora Carolina Reis. Entre as novidades, há um mapa onde é possível procurar companhias do setor pelo CEP. Com 753 companhias cadastradas, a cobertura atende todo o Brasil.

“Além disso, a página das empresas está mais completa, com informações detalhadas como principais projetos realizados, fotos das instalações, endereço e dados de contato além de outras informações úteis”, explica Carolina. Outra melhora da plataforma é o aprimoramento do simulador solar, calculadora que prevê o custo de um sistema de captação de energia solar com base na localização e gastos com eletricidade do interessado.

Ao todo, a expectativa é que 500 novas empresas se cadastrem no Portal Solar em 2016, o que pode refletir positivamente na economia e mesmo na distribuição de renda do país: “O setor tem uma característica muito própria que é a capilaridade: não há grandes players, pelo contrário, 80% das empresas são regionais e atuam em um raio de até 100 km”, afirma a diretora do hub. 

Ciclo Vivo

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Pesquisador cria sistema de irrigação que economiza água e energia em SP


No interior de São Paulo, um pesquisador criou um sistema de irrigação que usa o sol pra economizar água e energia.

Um dos segredos para ter flores bonitas está na irrigação. Lá do alto, vem a nova técnica. A engenhoca usa a luz do sol para molhar as plantas e é feita com garrafas pet e de vidro, além de mangueiras. A energia solar é captada por uma garrafa preta, só tem ar lá dentro.

“Porque o preto absorve toda a luz solar, aquece. Expande o ar que está dentro, o ar procura sair, mas encontra a água que está nessa garrafa”, conta Washington Barros Melo, pesquisador da Embrapa.
Jornal Nacional: E aí empurra a água?

Pesquisador: Empurra a água que sai neste tubo e cai aqui.

A água vai pra mais uma mangueira que tem pequenos furos. Aí pronto aos poucos, as gotinhas vão caindo. Uma garrafa, também com mangueira, retira água de um galão.

A vantagem está na economia de água e de energia. Do jeito tradicional, com um simples regador ou equipamentos como os usados no campo, o gasto é muito grande. Mas com essa técnica é diferente. A nova tecnologia não usa nenhum tipo de motor e evita o desperdício de água por causa do sistema de gotejamento. Tudo feito com materiais recicláveis.

O pesquisador da Embrapa diz que qualquer um pode construir o irrigador em casa e economizar: “Não vai chegar a R$ 20, enquanto que se você for usar energia elétrica, motor, uma pequena bomba, célula solar, você vai acima de R$ 200 ou mais”.

Durante um mês, o Flávio testou esse tipo de irrigação no sítio dele. Diz que funcionou bem.
“Aquele sistema acaba encharcando muito e você acaba tendo uma perda de produção. Aqui é mais controlado. Você rega de acordo com o que a planta precisa”, conta Flávio Roberto Marchesin, produtor rural.

G1